ESPALHAR A PÓLVORA PARA COLHER O FOGO
SINOPSE
O monólogo teatral Espalhar a Pólvora para Colher o Fogo faz parte do Projeto Sintoma, pesquisa em Teatro que dialoga com a Dança, Artes Visuais e Psicanálise, abordando os temas: verdade/mentira; narcisismo e trauma. A dramaturgia é tecida entremeando textos autobiográficos da atriz com referências bibliográficas na filosofia de Nietzsche e Deleuze, mito de narciso e literatura representada por autoras como Clarice Lispector, Hilda Hilst e Shakespeare. Essa polifonia de vozes preenche as lacunas daquilo que não pode ser acessado pelo viés da memória. “Como dizer para o outro aquilo que me acontece? O que fazer com o que me acontece e tem potencial de destruição?”
FICHA TÉCNICA
Concepção, atuação, projeção: Monica Siedler / Direção de cena, figurinos, bordados, adereços e redes sociais: Mariana Corale / Cenários, refletores e cavalo de Tróia: Roberto Gorgati / Trilha sonora: Yalis Barrett Drummond / Operação de som: Sérgio Sartori / Iluminação e operação de projeção: Gabriela Luz Rocco / Objetos de cena: Monica Siedler e Mariana Corale / Produção: Monica Siedler e Sérgio Sartori;
Dramaturgia: Monica Siedler e fragmentos da obra Verdade e Mentira no sentido extra-moral de Nietzsche, A Paixão Segundo G.H. de Clarice Lispector, Cantares do sem nome e de partidas de Hilda Hilst, Ricardo III de Shakespeare, O mito de Narciso do livro Metamorphoses de Ovídio; Eu pecador de Nicanor Parra e Mistério de Ariadne segundo Nietzsche, de Gilles Deleuze.
Conheça mais sobre o projeto no Instagram @projeto_sintoma e @siedlermonica
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
– O espetáculo iniciará pontualmente às 20h;
– A sala abrirá às 19h50 para o público;
– Os assentos não são marcados;
– Não será permitida a entrada após o início da apresentação;
– Recomendado para maiores de 16 anos;
– Duração do espetáculo: 45min;
SOBRE A ARTISTA
Monica Siedler é atriz-dançarina, licenciada em artes cênicas (2004) e Mestre em teatro (2007) pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Desde 1998 participou de diversas produções artísticas em teatro, performance, dança, cinema e televisão, com apresentações no Brasil e no exterior (Uruguai, Argentina, México, Itália e Dinamarca). Em sua trajetória destacam-se os espetáculos: Quixote (2005) e Butterfly (2006) – Andras Cia de dança-teatro (prêmio DAMS Bologna-Itália, 2005); Mi Munequita (2008) – Cia La Vaca (circulação nacional Palco Sesc Giratório); e Protótipo 4 – Encher-se de Buracos (2022) – coletivo “ensaio para algo que não sabemos”, do qual faz parte. Pesquisa desde 2007 a criação em artes do corpo na relação com audiovisual na cena realizando até o momento a Trilogia Ninguém é Impossível (2007-2014) – parceria com o artista visual Roberto Freitas; a performance O Pior de Mim (2015); e o Projeto Sintoma (2020) – parceria com a diretora Mariana Corale. Ganhou em 2011 prêmio pela Fundação Franklin Cascaes de Florianópolis em reconhecimento a sua trajetória em dança na cidade. Faz curadoria e produção, com outras artistas, do Vértice Brasil: mostra e festival que integra o Magdalena Project, uma rede internacional de mulheres artistas. No audiovisual destaca-se sua participação como atriz, personagem Socorro, na novela Laços de Família (2000), veiculada pela tv globo; no curta-metragem L’amar (2002) da Diretora Sandra Alves; e no longa-metragem Porto Príncipe (2023) da diretora Maria Emília de Azevedo. Atuou como docente na graduação de dança e teatro, disciplina Performance, na FURB (2018 e 2020) e em cursos livres de teatro.








