48 horas em Florianópolis: um roteiro completo para aproveitar dois dias na cidade

Em apenas dois dias, é possível combinar praias famosas, bairros históricos, mirantes, gastronomia e lugares clássicos da capital catarinense.

Quem desembarca em Florianópolis com apenas dois dias disponíveis costuma se deparar com um desafio comum: como aproveitar uma cidade que reúne uma diversidade de praias, bairros históricos, mirantes, trilhas, áreas de preservação ambiental e uma das gastronomias mais tradicionais do litoral brasileiro em tão pouco tempo? A resposta passa menos pela quantidade de lugares visitados e mais pela escolha de um roteiro inteligente, capaz de revelar diferentes facetas da capital catarinense sem transformar a viagem em uma corrida contra o relógio.

Embora seja conhecida nacionalmente pelas praias, Florianópolis oferece uma experiência muito mais diversa em qualquer estação do ano – no verão, mas também no inverno. Em diferentes regiões da cidade convivem comunidades de origem açoriana, antigas vilas de pescadores, centros urbanos, lagoas, dunas, costões rochosos e áreas de Mata Atlântica preservada. Essa variedade faz com que cada região tenha características próprias, tanto na paisagem quanto na cultura, na gastronomia e no ritmo de vida.

Naturalmente, 48 horas não são suficientes para conhecer toda a cidade. A própria geografia de Florianópolis, marcada por longos deslocamentos entre algumas praias e pelo trânsito intenso em determinados horários, exige planejamento. Ainda assim, um roteiro bem organizado permite conhecer alguns dos principais cartões-postais, descobrir lugares menos explorados pelos visitantes e compreender por que a cidade figura entre os destinos mais procurados do país em qualquer época do ano.

A proposta deste roteiro é combinar atrações consagradas com locais que ajudam a revelar a identidade da cidade. Em vez de visitar apenas praias famosas, a ideia é percorrer espaços históricos, apreciar diferentes paisagens, experimentar a gastronomia local e reservar momentos para observar Florianópolis com calma. Afinal, grande parte do encanto da cidade está justamente na forma como natureza, patrimônio histórico e cultura tradicional convivem em um mesmo território.

Primeiro dia: história, vista panorâmica e o Norte da Ilha

Centro histórico de Floripa visto de cima com destaque para a Praça XV e seu entorno com a Catedral Metropolitana e Palácio Cruz e Sousa. Foto: Allan Carvalho / divulgação PMF

O primeiro dia pode começar pelo Centro Histórico, região onde Florianópolis deu seus primeiros passos e que continua reunindo alguns dos principais símbolos da formação da cidade. Antes de seguir em direção ao litoral, vale dedicar algumas horas para caminhar sem pressa pelas ruas centrais e conhecer construções que ajudam a contar a história da capital catarinense. É um passeio que permite compreender que Florianópolis vai muito além das praias e preserva um patrimônio cultural intimamente ligado à colonização açoriana.

A primeira parada pode ser a Praça XV de Novembro, considerada o coração histórico da cidade. Muito mais do que um espaço de passagem, a praça abriga a tradicional figueira centenária, um dos símbolos mais conhecidos da capital, além de servir como ponto de encontro entre moradores e visitantes. Ao redor estão importantes edifícios históricos que ajudam a reconstruir diferentes períodos do desenvolvimento urbano da cidade.

Entre eles destaca-se o Palácio Cruz e Sousa, antiga sede do governo estadual e atual museu dedicado à preservação da história catarinense. Sua arquitetura chama a atenção pela imponência e contrasta com a atmosfera tranquila da praça. Bem próximo dali está a Catedral Metropolitana de Florianópolis, cuja presença reforça a importância religiosa e histórica da região central.

Foto: Divulgação PMF

Seguindo a caminhada, o visitante chega ao Mercado Público, um dos espaços mais tradicionais da cidade e parada praticamente obrigatória para quem deseja conhecer um pouco da cultura local. Desde sua inauguração, o mercado consolidou-se como ponto de encontro entre comerciantes, pescadores e moradores, mantendo até hoje essa característica de espaço de convivência. Entre restaurantes, bares, peixarias e pequenas lojas, o visitante encontra um ambiente que sintetiza parte da identidade gastronômica da ilha, marcada pela forte presença dos frutos do mar e pela influência da culinária açoriana.

Mesmo quem não pretende fazer uma refeição completa pode aproveitar o passeio para observar a movimentação, experimentar petiscos típicos ou simplesmente apreciar a arquitetura histórica do edifício. É um daqueles lugares em que o ritmo cotidiano da cidade se revela de forma espontânea, muito além da experiência turística convencional.

Antes de deixar a região central, vale seguir até a cabeceira da Ponte Hercílio Luz. Dali é possível contemplar um dos cenários mais emblemáticos da capital: a histórica ponte, cartão-postal que há décadas representa Florianópolis em fotografias e materiais turísticos. A vista para a Baía Norte, especialmente durante as primeiras horas da manhã ou no fim da tarde, oferece uma perspectiva privilegiada da relação entre a ilha e o continente, revelando uma paisagem que combina patrimônio histórico e natureza.

Rumo ao Norte da Ilha

Concluída a visita ao Centro, o roteiro segue em direção ao Norte da Ilha. Aos poucos, a paisagem urbana dá lugar a pequenas enseadas, áreas verdes e bairros que preservam características muito diferentes da região central. É uma mudança de cenário que ajuda a compreender a diversidade de Florianópolis, onde poucos quilômetros separam uma área histórica de antigas comunidades litorâneas.

santo antônio de lisboa
Santo Antônio de Lisboa. Foto: Allan Carvalho / Divulgação PMF

Uma das primeiras paradas pode ser Santo Antônio de Lisboa, um dos bairros mais antigos da cidade e referência quando o assunto é herança açoriana. O distrito preserva boa parte de sua arquitetura histórica, com casas coloridas voltadas para o mar, ruas estreitas e construções que remetem ao período colonial. Caminhar por suas vias é uma oportunidade para observar um lado de Florianópolis que permanece relativamente preservado, mesmo diante do crescimento urbano registrado nas últimas décadas.

Além do valor histórico, Santo Antônio de Lisboa tornou-se um importante polo gastronômico. Restaurantes especializados em frutos do mar ocupam boa parte da orla e fazem do bairro um dos destinos preferidos para quem deseja experimentar pratos preparados com ingredientes frescos da região. Cafés, ateliês e pequenas lojas de artesanato completam o ambiente, tornando o passeio agradável mesmo para quem não pretende permanecer muito tempo.

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Sambaqui. Foto: Arquivo Pessoal

Poucos minutos adiante está a Praia de Sambaqui, um lugar que costuma passar despercebido por muitos visitantes, mas que oferece uma experiência bastante diferente das praias mais movimentadas da cidade. A enseada de águas calmas, voltada para a Baía Norte, proporciona um ambiente tranquilo e uma bela vista para o continente. Frequentada por muitos moradores, Sambaqui conserva um ritmo sereno e representa uma boa alternativa para quem busca conhecer um lado menos turístico da ilha.

Na parte da tarde, o roteiro pode seguir até a Jurerê e Jurerê Internacional, duas das praias mais conhecidas de Florianópolis. Embora compartilhem a mesma faixa de areia, as regiões apresentam características distintas. Enquanto Jurerê mantém um perfil mais residencial e familiar, Jurerê Internacional tornou-se um dos endereços mais famosos da cidade, reunindo hotéis, restaurantes, beach clubs e uma infraestrutura que atrai visitantes durante todas as estações do ano.

O mar costuma apresentar poucas ondas e águas relativamente calmas, características que favorecem passeios em família e atividades de lazer. A ampla faixa de areia também convida a caminhadas à beira-mar, especialmente fora da alta temporada, quando o movimento é mais tranquilo e a paisagem pode ser apreciada com mais calma.

Para encerrar o primeiro dia, vale retornar a Santo Antônio de Lisboa ou permanecer na região para acompanhar o pôr do sol sobre a Baía Norte. Poucos lugares em Florianópolis oferecem uma combinação tão harmoniosa entre patrimônio histórico, gastronomia e paisagem natural. À medida que o sol desaparece no horizonte e a luz dourada se reflete sobre as águas da baía, o bairro revela um dos cenários mais marcantes da capital catarinense, encerrando o primeiro dia de viagem com uma experiência que sintetiza boa parte do charme da ilha.

Segundo dia: natureza, praias e o lado mais selvagem da ilha

lagoa da conceição
Lagoa da Conceição. Foto: Allan Carvalho / Divulgação PMF

Depois de um primeiro dia dedicado à história, à cultura e às paisagens da Baía Norte, o segundo dia pode ser reservado para conhecer uma Florianópolis marcada pela força da natureza. O roteiro percorre parte do Leste e do Sul da Ilha, regiões onde lagoas, dunas, praias de mar aberto e comunidades tradicionais convivem em um cenário que ajuda a explicar por que a capital catarinense se consolidou como um dos principais destinos de ecoturismo e turismo de natureza do Brasil.

A manhã pode começar na Lagoa da Conceição, uma das regiões mais movimentadas da cidade e, ao mesmo tempo, uma das que melhor representam sua diversidade. Diferentemente de outras áreas da ilha, a Lagoa concentra moradores, turistas, praticantes de esportes náuticos, ciclistas e visitantes que procuram simplesmente um lugar agradável para caminhar ou tomar um café observando a paisagem.

Ao redor da lagoa, bares, cafeterias, restaurantes e pequenas lojas dividem espaço com clubes náuticos e escolas voltadas à prática de esportes como stand up paddle, caiaque e windsurfe. Essa combinação faz da região um ponto de encontro durante praticamente todo o ano, independentemente da estação.

Mesmo para quem dispõe de poucas horas, vale dedicar algum tempo para caminhar pela Avenida das Rendeiras ou pelas ruas centrais do bairro. O movimento constante revela um lado cosmopolita de Florianópolis, onde moradores e visitantes compartilham os mesmos espaços em um ambiente descontraído, cercado por uma das paisagens naturais mais conhecidas da ilha.

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Mirante da Lagoa. Foto: Allan Carvalho / Divulgação PMF

Poucos minutos de carro separam a Lagoa da Conceição de um dos pontos mais fotografados da cidade: o Mirante da Lagoa. Localizado em um trecho elevado da rodovia que liga o bairro do Itacorubi à Lagoa, o mirante oferece uma ampla vista da lagoa, das montanhas, das dunas e de parte do litoral. Em dias de céu aberto, é possível compreender a geografia singular da ilha, onde diferentes ecossistemas se encontram em distâncias relativamente curtas.

Além de render excelentes fotografias, o local convida o visitante a observar a dimensão da paisagem. Vista do alto, a Lagoa da Conceição ajuda a entender como a natureza moldou o desenvolvimento urbano da região e por que essa área se tornou um dos principais cartões-postais de Florianópolis.

Seguindo o trajeto, surge outro cenário bastante característico da capital catarinense: as Dunas da Joaquina. As grandes formações de areia branca contrastam com a vegetação nativa e criam uma paisagem que muda constantemente sob a ação dos ventos. Muito além da beleza cênica, as dunas desempenham importante papel ambiental e são um dos elementos que tornam o litoral leste da ilha tão singular.

O local também se tornou conhecido pela prática do sandboard, esporte que atrai visitantes em busca de uma experiência diferente das tradicionais atividades de praia. Mesmo quem não pretende descer as dunas pode caminhar pela área e observar um dos cenários naturais mais emblemáticos de Florianópolis.

A poucos quilômetros dali está a Praia da Joaquina, uma das praias mais famosas da cidade e referência quando o assunto é surfe. Suas ondas fortes fizeram da Joaquina palco de competições nacionais e internacionais, ajudando a consolidar Florianópolis como um dos principais destinos brasileiros para a prática do esporte.

Ainda que o visitante não tenha interesse pelo surfe, a praia merece uma parada. A extensa faixa de areia, cercada por costões rochosos e vegetação preservada, oferece um cenário bastante diferente das praias de águas calmas visitadas no dia anterior. É um ambiente onde a força do oceano se torna parte da experiência e ajuda a revelar outro perfil do litoral catarinense.

Quem prefere um ambiente um pouco mais tranquilo pode optar pela Praia Mole, conhecida pela beleza da paisagem e pela atmosfera descontraída. Cercada por morros cobertos de Mata Atlântica, a praia reúne diferentes públicos ao longo do ano e costuma ser bastante procurada por jovens, praticantes de esportes e visitantes em busca de um cenário mais natural.

Já aqueles que desejam uma experiência mais reservada podem seguir até a Praia da Galheta. O acesso é feito por uma curta trilha a partir da Praia Mole, o que contribui para preservar um ambiente mais tranquilo e integrado à natureza. A caminhada, relativamente simples, já faz parte do passeio e proporciona belas vistas do litoral antes da chegada à faixa de areia.

Seguir para o Sul da Ilha

Depois de explorar o Leste da Ilha, o roteiro segue em direção ao Sul, onde a paisagem volta a mudar. A urbanização torna-se menos intensa, surgem comunidades tradicionais e o visitante passa a encontrar algumas das praias mais extensas e preservadas de Florianópolis.

Praia do Campeche é uma excelente opção para a tarde. Com uma longa faixa de areia e mar aberto, a praia tornou-se uma das mais procuradas da cidade tanto por moradores quanto por turistas. Sua principal característica é a vista permanente para a Ilha do Campeche, localizada a poucos quilômetros da costa.

Considerada um dos locais de maior importância arqueológica do litoral catarinense, a ilha desperta interesse não apenas pelas águas cristalinas, mas também pelo patrimônio histórico e ambiental que preserva. Quando as condições do mar permitem e há disponibilidade de embarcações, o passeio até a ilha costuma figurar entre as experiências mais marcantes para quem permanece mais tempo em Florianópolis. Para um roteiro de apenas 48 horas, no entanto, admirá-la da praia já oferece uma boa dimensão da beleza natural da região.

Pântano do Sul
Pântano do Sul. Foto: Alexandre Gonçalves @agenteinforma

No fim da tarde, vale seguir em direção à Armação do Pântano do Sul e ao Pântano do Sul. Diferentemente das áreas mais urbanizadas da ilha, esses bairros preservam uma forte ligação com a pesca artesanal e mantêm características que remetem às antigas comunidades litorâneas catarinenses.

Pequenos barcos ancorados próximos à praia, restaurantes especializados em frutos do mar e um ritmo de vida mais tranquilo fazem da região um excelente lugar para encerrar o segundo dia. É também uma oportunidade para perceber como Florianópolis consegue reunir, em poucos quilômetros, praias bastante movimentadas e comunidades que preservam tradições construídas ao longo de gerações.

Quem ainda tiver disposição para uma última aventura pode reservar algumas horas para conhecer a Praia da Lagoinha do Leste. Considerada uma das praias mais preservadas da capital catarinense, ela só pode ser acessada por trilha ou barco, característica que ajudou a manter praticamente intacta sua paisagem natural.

Mesmo que o tempo de uma viagem de 48 horas não permita realizar a trilha com tranquilidade, a simples existência de lugares como a Lagoinha do Leste ajuda a compreender um dos maiores diferenciais de Florianópolis: a possibilidade de encontrar áreas de natureza praticamente intocada a poucos quilômetros de bairros urbanos e de alguns dos principais polos turísticos da cidade.

roteiro 48 horas em Florianópolis
Lagoinha do Leste. Foto: Andy Puerari / Divulgação PMF

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Florianópolis em 48 horas

1. É possível conhecer Florianópolis em apenas 48 horas?

Sim. Embora a cidade tenha atrações suficientes para uma semana ou mais de viagem, dois dias permitem conhecer alguns dos principais cartões-postais, experimentar a gastronomia local e explorar diferentes regiões da ilha.

2. O que fazer em Florianópolis em uma primeira visita?

Para quem visita a cidade pela primeira vez, vale combinar o Centro Histórico, a Lagoa da Conceição, praias famosas como Jurerê e Joaquina, além de bairros tradicionais como Santo Antônio de Lisboa.

3. Qual é a melhor região para se hospedar em uma viagem curta?

A Lagoa da Conceição costuma ser uma das melhores opções por sua localização estratégica, oferta gastronômica e facilidade de acesso ao Centro, ao Leste e ao Sul da Ilha.

4. Vale a pena alugar carro em Florianópolis?

Sim. Como as atrações estão espalhadas por diferentes regiões da ilha, o carro oferece maior liberdade e otimiza o tempo em roteiros curtos.

5. Quais praias não podem ficar de fora de um roteiro de 48 horas?

Entre as mais indicadas estão Praia de Jurerê, Praia da Joaquina, Praia Mole e Praia do Campeche.

6. O que fazer em Florianópolis além das praias?

A cidade oferece atrações históricas e culturais, como o Mercado Público, o Centro Histórico, a Ponte Hercílio Luz, além de bairros tradicionais, trilhas e experiências gastronômicas.

7. Vale a pena visitar o Centro Histórico de Florianópolis?

Sim. O Centro reúne importantes construções históricas e ajuda a compreender a formação da cidade e sua forte influência açoriana.

8. O Mercado Público de Florianópolis merece uma visita?

Sim. O local é um dos principais pontos de encontro da cidade e oferece uma boa introdução à gastronomia e ao cotidiano dos moradores.

9. Qual é o melhor lugar para assistir ao pôr do sol em Florianópolis?

Santo Antônio de Lisboa é um dos lugares mais procurados, mas Sambaqui e alguns pontos da Lagoa da Conceição também oferecem belas paisagens ao entardecer.

10. O que fazer na Lagoa da Conceição?

Além de apreciar a paisagem, é possível caminhar pela região, praticar esportes náuticos, visitar cafés e restaurantes e conhecer o Mirante da Lagoa.

11. A Ilha do Campeche vale a visita?

Sim. Considerada um dos lugares mais bonitos de Florianópolis, a ilha chama a atenção pelas águas cristalinas e pela importância histórica e arqueológica.

12. Quais são os lugares menos conhecidos de Florianópolis?

Praia de Sambaqui, Ribeirão da Ilha, Praia do Matadeiro, Parque da Lagoa do Peri e o Mirante do Morro das Pedras são algumas opções menos exploradas pelos turistas.

13. Florianópolis é um bom destino para um fim de semana?

Sim. A cidade oferece uma combinação de natureza, gastronomia, história e boa infraestrutura turística, ideal para viagens curtas.

14. O que fazer em Florianópolis quando chove?

Museus, restaurantes, cafeterias, o Mercado Público e os bairros históricos continuam sendo boas opções mesmo em dias chuvosos.

15. Vale a pena visitar Florianópolis no inverno?

Sim. O inverno costuma ter menor movimento turístico e temperaturas agradáveis para explorar a cidade com mais tranquilidade.

16. Quais são os principais pontos turísticos de Florianópolis?

Entre os mais conhecidos estão a Ponte Hercílio Luz, Lagoa da Conceição, Jurerê Internacional, Praia da Joaquina, Ilha do Campeche e Santo Antônio de Lisboa.

17. Florianópolis é um destino indicado para famílias?

Sim. A cidade possui praias de águas mais calmas, boa infraestrutura e diversas opções de lazer para adultos e crianças.

18. Quais experiências representam a cultura açoriana em Florianópolis?

Os bairros de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha preservam tradições, arquitetura histórica e uma forte ligação com a gastronomia baseada em frutos do mar.

19. Quantos dias são ideais para conhecer Florianópolis?

Entre cinco e sete dias permitem explorar a cidade com mais calma. Ainda assim, um roteiro de 48 horas já proporciona uma boa visão da diversidade da capital catarinense.

20. Por que Florianópolis é considerada um dos destinos mais completos do Brasil?

Porque reúne, em um mesmo território, praias, lagoas, trilhas, patrimônio histórico, gastronomia, cultura tradicional e áreas de preservação ambiental, oferecendo experiências muito diferentes para diferentes perfis de viajantes.

floripa na bagagem
Ilha do Campeche. Foto: Allan Carvalho / Divulgação PMF

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Locais Citados

Jurerê Tradicional
Sambaqui
Praia da Galheta
Palácio Cruz e Sousa
Catedral Metropolitana
Praia do Campeche
Praia Mole
Praia da Armação
Centro Histórico
Praça XV de Novembro
Mercado Público
Praia da Joaquina
Jurerê Internacional
Lagoa da Conceição
Dunas da Joaquina
Pântano do Sul
Santo Antônio de Lisboa
Praia Lagoinha do Leste
Ponte Hercílio Luz

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